segunda-feira, 25 de março de 2013



This is Ada Zanditon’s latest collection from Berlin Fashion Week AW 13 called “March of the Tigress”.
Ada and the team were very grateful to low cost holidays who sponsored getting them to the city for lavera Showloor - Berlin fashion week."
The words hyperlinked above are
low cost holidays - http://www.lowcostholidays.com/

domingo, 15 de julho de 2012

Será irreverência?

Não resisti! Estava a vasculhar pelos meus textos e coisas mais antigas e encontrei um trabalho que fiz para História que consistia numa carta ao nosso primeiro-ministro, na altura, o Eng. Sócrates.

"Nada vai bem num regime político em que as palavras contrariam os factos." - Napoleão Bonaparte


Exmo. Senhor Primeiro-ministro

Espinho, 18 de Setembro de 2009



Juliana Martins de nome, sou uma aluna do décimo ano da Escola Secundária Doutor Manuel Gomes de Almeida, na cidade de Espinho. Tenho noção que, o facto de ser apenas uma jovem de catorze anos, irá ser um importante factor para que as minhas palavras não sejam levadas seriamente. Mas como membro desta sociedade, como cidadã deste país, sinto-me na obrigação de tentar fazer um pouco mais por aquele que amanhã será o meu futuro. Não é preciso estar muito informada sobre termos políticos para saber que o nosso país está a enfrentar uma grande crise, da qual não sairá facilmente, mas se quem nos lidera continuar a agir como até agora, ficaremos eternamente assim. Sei que é fácil falar, e talvez o povo em geral, esteja a ser um pouco injusto, mas a revolta leva-nos a tal.
Por vezes, é difícil acreditar que a política não passa de um jogo, um jogo, em que só aqueles que participam na jogada podem ganhar. Actualmente, vivemos num regime republicano, que supostamente existe para melhorar e facilitar a vida de todos os cidadãos. Organizar o país. Mas agora digam-me, valerá a pena? Vivemos uma intensa crise, a qual teve origem no tempo monárquico e até agora nada se solucionou. Em vez de se utilizar os bens monetários para que a população de Portugal possa finalmente respirar depois destes tempos de asfixia, ou pelo menos, caminhar para tal, estes, são desperdiçados em objectos sem interesse, que não solucionarão os nossos problemas. Para que interessa um comboio mais rápido se as finanças continuarem como estão? Muito provavelmente, nem para o bilhete terei dinheiro. E a saúde? Porque não apostar por exemplo, na saúde? Urgências a fechar, ambulâncias sem equipamentos, pessoas a morrer por simples banalidades. Já que querem gastar esse dinheiro, porque não gastar em algo que realmente interessa? Chega de futilidades! Por vezes, parece que os políticos do nosso país apenas querem mostrar à população e ao estrangeiro, que somos um país de sucesso, de oportunidades. Mas, para quê? Para quê esta máscara? Somos tudo menos bem sucedidos. Somos tudo menos um país de oportunidades. Somos um país de aparências! Somos um país de máscaras! Agora todas as concentrações deviam estar direccionadas no combate da maldita crise que teima em ficar. Poupar, pagar dívidas, deixar as futilidades de lado, é algo em que o Estado se devia concentrar pois, estas são as únicas medidas possíveis para superar este ciclo vicioso. E por isso, e porque a minha vontade de fazer algo por este país cada vez é maior, sei que daqui a 20 anos estarei eu no seu lugar. E sei também que darei o meu máximo para finalmente obtermos uma balança económica equilibrada. Nós estamos mal, muito mal, mas continuo a ver pessoas como o senhor, que apenas pioram a situação do nosso país, com carros e casas de luxo. Apenas estão a tornar os pobres cada vez mais pobres e os ricos cada vez mais ricos. Sinceramente, já não sei o que preferiria. Se uma ditadura verdadeira, se uma falsa democracia.
Melhorar a vida dos cidadãos, deveria ser prioritário, mas pelos vistos, a ânsia de ‘mostrar que temos’ é muito mais importante.

Sem outro assunto de momento, apresento os meus melhores cumprimentos e subscrevo-me,

Juliana Martins

Será preguiça?

Vim para aqui direitinha da sala. Está a dar um programa na televisão, na RTP1, intitulado "Com Amor Se Paga". Desta vez a pessoa homenageada foi um simples rapaz de 24 anos, terapeuta licenciado. Embora jovem, criou até uma associação de apoio a crianças com deficiências, pelo que consegui perceber. Reconhecido pela sua capacidade de ouvir, vontade de ajudar, acima de tudo persistência e perseverança. Tudo isto deixou-me a pensar no quão inútil consigo ser. Todos os mini-projectos que inicio ficam-se pela metade. Por muito vontade e fogo inicial que possa ter, todo esse se desvanece com o passar do tempo. E a verdade é que isto me frustra bastante, sinto que não tenho qualquer tipo de paixão nem que nada me agarra nem me faz partir para outra dimensão. E a verdade é que por vezes sinto falta disso... Apenas 24 anos e já encontrou o seu caminho, a sua vocação, e cada vez quer mais. Eu continuo perdida e sem saber qual a minha. Mas enfim, isto tudo deixou-me com vontade de fazer mais por aqueles que têm maiores problemas do que não saber o que fazer à vidinha. Vou ver se me lembro de alguma coisa e mexo o rabo que bem preciso! Vamos lá ver quanto tempo é que esta dura. 

"We dream of being heroes so what is stopping us? Help close the wound." - Cruz Vermelha

sábado, 14 de julho de 2012

Será ideal?

"Que mundo tão pequeno...". Dizem que sim. Um mundo pequeno com tanto para ver... Será que é mesmo o mundo ideal? Afinal, qual é o nosso termo de comparação? Que expressão tão vaga: mundo ideal. O que é que significa afinal? Um mundo em que tudo o que queremos acontece? Ou talvez um mundo sem perigos nem horrores? Se assim fosse, o nosso mundo seria tudo menos ideal. Nada do que queremos nos é oferecido de mão beijada, somos obrigados a lutar e a ultrapassar todo o tipo de obstáculos, mas nem isto nos garante um final feliz. Em jeito de consolo, dizemos que é a única maneira possível para podermos crescer e viver a vida como seria suposto. Em jeito de consolo, dizemos que só assim é que conheceremos o mundo. E a resposta? Onde está a resposta? Com ou sem final feliz, o que ficámos a saber a mais sobre a vida? Sobre aquilo que nos rodeia? Não podemos negar que seja fantástico, porque o é. Racionalmente, temos tudo menos respostas, mas a verdade é que o coração bate, e bem forte, e enquanto o coração bater podemos duvidar de tudo menos dos sentimentos. E com isto apercebo-me de mais um problema deste mundo, a falta de conhecimento próprio, talvez até o desrespeito pelos próprios sentimentos. Já nada é preto no branco, não sei até que ponto alguma vez o foi, mas parece que agora um "Amo-te" deixou de ser um verdadeiro "Amo-te", parece que agora andamos a esgotar todo o tipo de palavras que se ligam a um sentimento forte sem saber o que realmente significa. Um mundo em que a sociedade fala muito, mas faz muito pouco, sente muito pouco. Um mundo em que a sociedade não quer crer na verdade das pessoas e dos sentimentos e de que esse sim, talvez esse se tornasse num mundo ideal. O problema é que se está a alastrar muito, mas muito depressa... Irreversivelmente, um mundo muito pequeno.




"He who cannot give anything away cannot feel anything either." - Friedrich Nietzsche 

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Será loucura?


"Learn from yesterday, live for today, hope for tomorrow. The important thing is not to stop questioning." - Albert Einstein

Há músicas que não passam disso mesmo, simples músicas. Don't Stop Me Now dos Queen não é, de maneira nenhuma, uma simples música. Dá comigo em louca! É até o meu despertador. O que posso dizer? É uma daquelas músicas que me faz querer viver o dia ao máximo e perseguir a felicidade e a alegria a qualquer canto do mundo. É daquelas músicas que me deixam com vontade de caminhar sobre fogo, o mundo está nas minhas mãos e eu não vou parar! Ninguém me vai parar! É frenético! A energia é no mínimo brutal! É assim que quero viver a minha vida. Querer é poder?

Será fugir?

Se fosse há uns meses atrás dir-vos-ía que é muito mais difícil dar um não do que um simples e tão desejado sim. Hoje, não sei bem. Não posso negar a minha aversão a um ou outro sim. Não sei se sou eu que me estou a tornar amarga e irritadiça, ou se são os outros que me andam a tornar amarga e irritadiça. E com isto, começo a não gostar de pessoas. Por outro lado, não sei viver sem socialização, é uma parte demasiado importante de mim e de quem eu sou. Por isso, acabo por concluir que preciso de pessoas novas, pessoas puras e pessoas verdadeiras. É de genuinidade que a minha vida sente falta. Mas que posso eu fazer? As férias tornam-me aborrecida. Dizem que os blogs têm uma certa piada. Experimentam comigo?

Maybe running away is the only way to see who would actually run after you.